O que é a osteocondrite dissecante(OD) do joelho?
 
Apesar de rara (15casos/100.000 habitantes), a osteocondrite dissecante é uma lesão que atinge a cartilagem e o osso logo abaixo dela (osso sub-congral). Esse patologia possui relação íntima com a prática esportiva. Acomete mais freqüentemente as crianças, adolescentes e adultos jovens. . A faixa etária predominante encontra-se ao redor da segunda década de vida sendo o pico ao redor dos 18 anos.. Quando acomete crianças abaixo dos 10 anos de idade o prognóstico de cura é muito favorável. O local mais freqüente é a face lateral do côndilo femoral medial, estando intimamente ligado a inserção do ligamento cruzado posterios (LCP). Somente 15% dos casos a localização difere dessa.
 
Como ocorre a Osteocondrite Dissecante?
 
A causa exata da OD é ainda desconhecida, mas há algumas teorias que tentam explicá-la. A teoria traumática afirma que a lesão seja causada pelo contato entre duas superfícies de cartilagem que se comprimem de forma intensa durante certos movimentos do joelho, causando uma lesão por contato. A teoria vascular explica que uma pequena artéria estaria obstruída, interrompendo o fluxo sanguíneo para o osso, causando um sofrimento dos tecidos ao redor.
 
Quais são os sintomas?
 
Nem sempre conhecemos o início da lesão, pois a cartilagem de uma articulação não tem inervação, portanto o que dói não é a cartilagem e sim o osso que está logo abaixo dela (osso subcondral). Para que uma OD cause dor o osso deve ter sido afetado.
Os sintomas podem variar desde uma dor de instalação progressiva que piora com algumas posições de flexão e rotação do joelho, até o derrame articular (aumento da produção do líquido de lubrificação) e por último uma complicação mais grave que seria o destacamento parcial ou total de um fragmento de osso e cartilagem, formando aquilo que conhecemos como “corpo livre”. O corpo livre pode causar sensações de “algo se movendo” no joelho, provoca estalos por vezes dolorosos e pode causar até episódios de bloqueio da articulação.
 
Como a OD pode ser diagnosticada?
 
O exame físico do joelho pode ser pouco específico para estas lesões mesmo nas mãos de um especialista, portanto é importante que se identifique a lesão através de radiografias simples complementadas pela ressonância magnética ou tomografia computadorizada. Tais exames não só identificam a lesão, como possuem a propriedade de avaliar as características do fragmento. Um dos achados clínicos mais freqüentes é a trofia muscular da coxa associada ou não a derrame articular. Portanto, os exames (Rx, RM e TC) são importantes para se determinar a gravidade da lesão, o potencial de cura e as complicações. A Ressonância Magnética pode nos fornecer dados sobre a estabilidade do fragmento osteocondral. Não raras vezes essa patologia é descoberta somente com o diagnóstico de um corpo livre articular que pode causar sintomas de bloqueio e dor no joelho.
 
Como podemos tratar a OD do joelho?
 
O fragmento osteocondral afetado pode apresentar-se fixo, parcialmente deslocado ou totalmente deslocado, fato este que interfere diretamente no tratamento.
 
Muitas são as formas de tratamento. Inicialmente retira-se a carga do paciente, permitindo que ele caminhe sem o apoio no membro afetado durante algumas semanas, com o auxílio de muletas. Os imobilizadores do joelho podem ser usados para restringir os movimentos na fase inicial. A OD tem um bom potencial de cura espontânea na criança o que já não acontece no adulto jovem.
O tratamento cirúrgico está indicado nos casos onde o tratamento conservador falhou e nas complicações, como: destacamento parcial e total do fragmento. Várias técnicas são descritas para reparar a lesão, já que a superfície da cartilagem de uma articulação deve ser perfeitamente lisa e uniforme para o seu bom funcionamento. O método mais utilizado para os fragmentos instáveis é a fixação do fragmento por parafusos sem cabeça (Herbert) ou pinos absorvíveis.
 
Diagnosticar cedo uma lesão é prevenir complicações. A probabilidade de ocorrerem alterações degenerativas no futuro depende de vários fatores: idade do paciente, tamanho do fragmento e localização da lesão. Essas alterações degenerativas são observadas principalmente em pacientes cujo diagnóstico e tratamento foram realizados após a maturidade esquelética.
O que é a osteocondrite dissecante(OD) do joelho?
Apesar de rara (15casos/100.000 habitantes), a osteocondrite dissecante é uma lesão que atinge a cartilagem e o osso logo abaixo dela (osso sub-congral). Esse patologia possui relação íntima com a prática esportiva. Acomete mais freqüentemente as crianças, adolescentes e adultos jovens. . A faixa etária predominante encontra-se ao redor da segunda década de vida sendo o pico ao redor dos 18 anos.. Quando acomete crianças abaixo dos 10 anos de idade o prognóstico de cura é muito favorável. O local mais freqüente é a face lateral do côndilo femoral medial, estando intimamente ligado a inserção do ligamento cruzado posterios (LCP). Somente 15% dos casos a localização difere dessa.
 
Como ocorre a Osteocondrite Dissecante?
A causa exata da OD é ainda desconhecida, mas há algumas teorias que tentam explicá-la. A teoria traumática afirma que a lesão seja causada pelo contato entre duas superfícies de cartilagem que se comprimem de forma intensa durante certos movimentos do joelho, causando uma lesão por contato. A teoria vascular explica que uma pequena artéria estaria obstruída, interrompendo o fluxo sanguíneo para o osso, causando um sofrimento dos tecidos ao redor.
 
Quais são os sintomas?
Nem sempre conhecemos o início da lesão, pois a cartilagem de uma articulação não tem inervação, portanto o que dói não é a cartilagem e sim o osso que está logo abaixo dela (osso subcondral). Para que uma OD cause dor o osso deve ter sido afetado.
Os sintomas podem variar desde uma dor de instalação progressiva que piora com algumas posições de flexão e rotação do joelho, até o derrame articular (aumento da produção do líquido de lubrificação) e por último uma complicação mais grave que seria o destacamento parcial ou total de um fragmento de osso e cartilagem, formando aquilo que conhecemos como “corpo livre”. O corpo livre pode causar sensações de “algo se movendo” no joelho, provoca estalos por vezes dolorosos e pode causar até episódios de bloqueio da articulação.
 
Como a OD pode ser diagnosticada?
O exame físico do joelho pode ser pouco específico para estas lesões mesmo nas mãos de um especialista, portanto é importante que se identifique a lesão através de radiografias simples complementadas pela ressonância magnética ou tomografia computadorizada. Tais exames não só identificam a lesão, como possuem a propriedade de avaliar as características do fragmento. Um dos achados clínicos mais freqüentes é a trofia muscular da coxa associada ou não a derrame articular. Portanto, os exames (Rx, RM e TC) são importantes para se determinar a gravidade da lesão, o potencial de cura e as complicações. A Ressonância Magnética pode nos fornecer dados sobre a estabilidade do fragmento osteocondral. Não raras vezes essa patologia é descoberta somente com o diagnóstico de um corpo livre articular que pode causar sintomas de bloqueio e dor no joelho.
 
Como podemos tratar a OD do joelho?
O fragmento osteocondral afetado pode apresentar-se fixo, parcialmente deslocado ou totalmente deslocado, fato este que interfere diretamente no tratamento.
Muitas são as formas de tratamento. Inicialmente retira-se a carga do paciente, permitindo que ele caminhe sem o apoio no membro afetado durante algumas semanas, com o auxílio de muletas. Os imobilizadores do joelho podem ser usados para restringir os movimentos na fase inicial. A OD tem um bom potencial de cura espontânea na criança o que já não acontece no adulto jovem.
O tratamento cirúrgico está indicado nos casos onde o tratamento conservador falhou e nas complicações, como: destacamento parcial e total do fragmento. Várias técnicas são descritas para reparar a lesão, já que a superfície da cartilagem de uma articulação deve ser perfeitamente lisa e uniforme para o seu bom funcionamento. O método mais utilizado para os fragmentos instáveis é a fixação do fragmento por parafusos sem cabeça (Herbert) ou pinos absorvíveis.
Diagnosticar cedo uma lesão é prevenir complicações. A probabilidade de ocorrerem alterações degenerativas no futuro depende de vários fatores: idade do paciente, tamanho do fragmento e localização da lesão. Essas alterações degenerativas são observadas principalmente em pacientes cujo diagnóstico e tratamento foram realizados após a maturidade esquelética.